Maisfutebol
30. september 2026
Gustavo Sá deixou o Famalicão, emblema onde chegou aos 13 anos, esta temporada, para se transferir para o Nottingham Forest, seguindo depois por empréstimo para o Olympiakos. Contudo, antes de escolher o emblema inglês, o médio rejeitou uma proposta milionária do Al Ittihad, na altura treinado por Sérgio Conceição, onde iria receber «um pouco mais» do que 17,5 milhões de euros ao longo de três anos de contrato.
Em entrevista à Liga Portugal, Gustavo Sá explicou a nega à Arábia Saudita por não considerar tratar-se do passo certo na carreira.
«Houve uma proposta e o Famalicão aceitou. Contudo, sempre estive de pé atrás, porque não era um passo que imaginava na minha carreira. Não era por me darem muito dinheiro que ia imaginar essa mudança. Não é por me darem mais um milhão ou menos um milhão - e estamos a falar de milhões como se fossem euros. Claro que às vezes penso que podia ser diferente, mas não me tira o sono. Creio que foi o melhor para mim [mudança para o Nottingham Forest]», começou por dizer.
Aos 21 anos, Gustavo Sá vive a primeira experiência no estrangeiro, depois de quatro anos na equipa principal do Famalicão. O internacional sub-21 por Portugal não esconde, contudo, que estará «eternamente grato» ao clube, sobretudo ao presidente.
«O Famalicão representa casa. Foi o clube que me acolheu dos 13 aos 21 anos. Fui capitão em alguns escalões da formação e também na equipa principal. Vou estar eternamente grato por tudo o que fizeram por mim, em especial ao presidente Miguel Ribeiro. Tanto eu como o clube estávamos preparados para esse momento», sublinhou.
Sobre a mudança para a Grécia, onde seguiu de imediato, por empréstimo do Nottingham Forest, Gustavo Sá confessou que o futebol grego ainda está «atrás do futebol português».
«Na Grécia estamos atrás do futebol português. Estamos a crescer cada vez mais, mas sabemos que ainda estamos atrás de outras ligas. Acho que o futebol grego tem potencial. Creio que o futebol português se distingue pela qualidade de jogo, por isso comparar a Liga Portugal com a liga grega é impossível», concluiu.
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