Maisfutebol
12 de octubre de 2026
Rui Borges recuperou a analogia com os carros que fez na temporada passada antes do jogo com o Arsenal para dizer que o Sporting evoluiu de um Peugeot para um Mercedes esta época, antes do duelo com Lens.
«Essa resposta é simples, a pergunta dá razão àquilo que sempre disse: “A minha Champions é o campeonato”. Para estarmos na Champions temos de ser campeões ou vice-campeões, portanto, o meu foco é o campeonato. Obviamente que olhamos muito para o próximo jogo, jogo a jogo e queremos competir. O Sporting gosta de competir, temos um grupo jovem que gosta e quer competir também. Claro que olham para esta competição como um sonho realizado. Acima de tudo queremos competir, independentemente de quem jogue. É isso que vamos tentar fazer ao máximo amanhã, mesmo sabendo que vamos ter dificuldades diante de um bom adversário.»
«O Sporting hoje-em-dia já é uma presença habitual na Champions, é um grande clube, já somos um Mercedes. Pode não ser um topo de gama, mas já tem essa validação de ser uma grande equipa para onde toda a gente olha com respeito e a rever muita qualidade naquilo que tem sido o seu trajeto ao longo dos anos, não só na época passada, mas o crescimento continuo que tem tido o Sporting nesta competição. Olhamos para a competição e sabemos que é uma competição difícil onde estão os melhores da Europa e até do mundo e queremos estar inseridos nela. Isso nós estamos, depois é competir com a nossa forma, a nossa maneira, valorizar ao máximo o nosso país, o nosso clube, os nossos sócios, os nossos adeptos e a nós também enquanto equipa grande e que tem feito por merecer estar entre os melhores.»
«Não ligo a isso, constatei um facto. Podia estar a valorizar-me e a criar narrativas positivas, que há muitas, e vão sempre à procura de uma pequena narrativa negativa relativamente ao Sporting e à sua equipa técnica. Não valorizo nada disso, sou honesto, simples, direto, se calhar não entro em jogos, como se calhar quem está desse lado gostava, não entro nesses jogos. Para bom entendedor, basta meia-palavra, sou de terras simples. Em relação ao meu discurso em Braga, é um discurso normal de um treinador, por vezes um pouco mais agressivo na forma como uso a voz, noutros nem tanto. É conforme o momento, e o sentimento que temos nesse momento, não estou preocupado se gostaram ou não. Fui eu, só espero que, de qualquer maneira que quando fale, os meus jogadores entendam, e que a minha simplicidade os ajude a serem melhores. É o mais importante, o resto é ruído».
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