Maisfutebol
10 अक्टूबर 2026
Vasco Seabra explicou as razões que o levaram a trocar o Arouca pelo Rio Ave, sublinhando que, além da parte financeira, o emblema apresentou um projeto «altamente ambicioso». O técnico dos vilacondenses anteviu ainda o duelo frente ao Nacional, marcado para este domingo, às 15h30, naquele que será o seu primeiro jogo no comando técnico da equipa.
«É motivo de responsabilidade e, claro, de motivação pela confiança. O dinheiro que gastaram ou aquilo que foi envolvido na transferência representa unicamente o simbolismo daquilo que aconteceu.»
«Financeiramente foi vantajoso para mim, mas posso dizer que, há quatro meses, tinha tido uma proposta bem mais elevada do que aquela que foi a do Rio Ave.»
«Muito mais do que a parte financeira, teve a ver com aquilo que é a convicção de que dentro de um projeto que é altamente ambicioso eu teria uma dimensão interna de poder liderar algo que me parece que é altamente sustentável.»
«Foi um momento especial, difícil. Foi difícil também deixar o Arouca, pela ligação aos jogadores, pela ligação ao presidente e ao diretor-geral, ligação ao staff. Tínhamos criado algo realmente especial e, portanto, foi muito difícil largar um lugar onde a ligação com os jogadores era fortíssima.»
«A verdade é que, quando surgiu esta possibilidade, foi tudo muito rápido, mas a forma como a presidente e o investidor me abordaram, e foram convictos na escolha que tinham para liderar um projeto ambicioso e diferente, foi determinante.»
«Vivo muito próximo de Vila do Conde, mas quis viver aqui para sentir a cidade e as pessoas próximas do clube. Queremos é orgulhar os nossos adeptos e as pessoas que gostam do Rio Ave.»
«Mais do que as várias nacionalidades que temos no plantel, são de facto as relações que criamos. E nessas relações, não vou escondê-lo, temos que ser mais equipa. Temos que sofrer mais uns pelos outros, ser mais unidos e competitivos. São princípios que têm que estar presentes.»
«Aquilo que queremos apresentar neste jogo, mais do que qualquer sistema de tático, estrutura ou forma de jogar, é demonstrar raça, competitividade, ambição por recuperarmos e termos a bola, e vontade de ferir a baliza do adversário.»
«Deixou um trabalho de muitos jogos, com conquistas na época anterior. Vamos tentar, dentro daquilo que são as nossas ideias, orgulhá-lo também a ele por aquilo que deixou cá e que nós possamos naturalmente valorizar e tornar melhor.»
«Parece-me absolutamente irreal pensarmos que à sétima jornada, quando a equipa tem quatro pontos, estarmos a falar numa crise altamente acentuada. Não vou ficar agarrado a desculpas, nem permito isso aos meus jogadores.»
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