Maisfutebol
11 de outubro de 2026
«Bah estava com fadiga na coxa e há que destacar o seu profissionalismo...»
«Echeverri entrou bem no jogo e deu dinâmica à equipa...»
«Aursnes? Jogou seis jogos em pouco tempo e decidimos deixá-lo no banco»
Marco Silva destacou a importância do golo de Sudakov no triunfo do Benfica sobre o Vitória de Guimarães (2-0), mas também explicou a ausência de Fredrik Aursnes do onze titular e revelou o «esforço» que Alexander Bah fez para estar no jogo, depois de ter tido um problema familiar durante a semana.
«Foi uma decisão nossa. Não houve nenhum aspeto concreto. Contando com o jogo com o Milan, e depois no fim-de-semana, o Fredrik faz seis jogos em 19/20 dias. Não tenho bem o número em mente. Chegou da seleção, treinou bem, e sentiu-se mais cansado num ou outro momento. Houve algumas questões que precisámos de avaliar. A questão de não termos outro lateral-direito no banco, nem um central que pudéssemos adaptar à direita... Acabámos por precisar do Aursnes, portanto, foi uma decisão dentro da estratégia para o jogo e dentro daquilo que foram os últimos dias de plano de treino. Felizmente para nós, o Aursnes acabou por jogar bastante no último mês e está mais do que preparado».
«Muito importante. Perguntaram-me muito sobre as assistências e os golos, e hoje jogou muito menos e marcou. Foi um golo muito importante para a equipa porque cimentou a nossa superioridade durante o jogo. E para ele é muito importante. Andava à procura deste momento há algum tempo e acaba por ser, não um alívio, mas um momento muito importante para ele».
«Poderá ser possível... Neste momento, a decisão que tomámos foi olhar para alguns jogadores que poderão jogar na equipa B, e a partir daí iremos começar a preparar o jogo de quinta-feira. Também não teremos jogo no fim-de-semana, portanto será uma semana limpa. Iremos analisar o jogo, os jogadores, o adversário e depois tomaremos decisões. Em relação ao Claudio [Echeverri], foram momentos importantes hoje connosco. Entrou bem no jogo, deu dinâmica à equipa. Quando entrou teve três ou quatro momentos de intensidade, e muitas vezes quando isso acontece sentem mais fadiga. E para quem vem do banco é normal. Mas foi importante na assistência, teve uma grande oportunidade num excelente movimento... E é isso que pretendemos dele. Com mais jogo e tempo connosco vai melhorar».
«Foi uma paragem benéfica para alguns jogadores, mas não foi bom. Disse que, depois de um resultado negativo [no clássico], o pior que podia acontecer era uma paragem. Temos de sentir esses resultados. Imaginem ficar quase três semanas sem poder jogar novamente com o apoio dos adeptos e conquistar mais três pontos... A equipa não melhorou, tivemos 14 ou 15 jogadores de fora... Hoje senti alguns jogadores com um cansaço diferente. Para os que vão à seleção e acabam por jogar não se sente tanto, mas para quem não vai... São rotinas completamente diferentes durante duas semanas. Mas não há nada a fazer. É o que é, é o calendário e é importante conseguir vitórias de forma clara neste momento. E foi isso que conseguimos. Respondendo diretamente: não, a equipa não está melhor do que estava há quinze dias».
«Não, não teve nada a ver com a lesão. Estava com pouca energia e com alguma fadiga na coxa. Não interessa o porquê, felizmente está tudo bem. Ontem teve um dia muito difícil [problemas familiares] e há que expressar o nosso sentimento pela sua capacidade e resiliência de estar aqui connosco. Bem como o Banjaqui. Mas o Bah sentiu-se com pouca energia. Algum desconforto na coxa e decidimos fazer a alteração. Ele antes de sair acaba por me falar desse desconforto, mas nada a ver com a lesão antiga».
«Por incrível que pareça, o Circati jogou muito mais do que o Tomás à esquerda. O Tomás, mesmo nas camadas jovens, jogou sempre muito mais à direita. E sabemos que o Circati, quer numa linha de três ou quatro, faz muitos jogos à esquerda. A saída de bola é fundamental na nossa forma de jogar e o Tomás tem uma grande capacidade nesse momento. É capaz de carregar a bola, conduzi-la e fixar o adversário com grande facilidade. E queríamos isso do lado esquerdo. Fixámos mais o Dahl, libertámos o Bah, e queríamos o Tomás no meio para nos dar isso. Mas são os dois rápidos, conseguem ir ao corredor se for preciso. Foi mais uma questão com bola».
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