Maisfutebol
28 สิงหาคม 2569
Marco Silva, treinador do Benfica, em declarações na Flash Interview da Sport TV +, após o triunfo por 3-1 frente ao Aarhus na segunda mão do playoff de acesso à fase de liga da Liga Europa.
«Nós sabíamos que éramos favoritos a estar na fase de Liga da Europa, mas uma coisa é ser favorito, outra coisa é prová-lo dentro do campo. Acredito que nós provámos isso mesmo e fomos crescendo. Acho que isso é o mais importante, olhar para aquilo que foi o nosso primeiro jogo na Suíça e olhar para aquilo que nós temos ido a fazer ultimamente, ver esse crescimento, criar bases para uma identidade, que é aquilo que é o mais importante para nós. As bases estão lá. Depois, a partir daqui, é ir ajustando, é ir melhorando, porque há muito a melhorar. Mas estou satisfeito, porque sabíamos que tínhamos uma vantagem boa e fomos muito sérios na forma como abordámos o jogo, na forma como entrámos, a querer dominar. Tivemos bons momentos, alguns bons golos também, e qualificar-nos era o nosso objetivo. Num princípio de época com alterações, com jogadores a vir mais tarde do Campeonato do Mundo e a começar muito cedo, foram seis jogos e praticamente a jogar de três em três dias. Desgasta, numa altura em que estamos a querer que os jogadores assimilem processos e não podemos treinar tanto. Acaba por ser importante para nós ver que há um crescimento e um entendimento bom daquilo que são as ideias. A partir daqui é continuar a trabalhar, porque é só uma qualificação, importante para nós, mas está tudo muito no começo. E na segunda-feira temos de provar outra vez a nossa qualidade.»
«É óbvio que se vai falar outra vez que a equipa sofreu golos, mas eu, como treinador, tenho de olhar para a fotografia inteira e, como falou, praticamente não concedemos nada, e isso é muito importante para nós. Estamos naquela fase em que chutam de fora da área e a bola vai tocar um ou dois jogadores e acaba por enganar o guarda-redes. Esperemos que essa fase acabe rapidamente, porque é importante para nós também manter a baliza a zero. Para mim tem um sabor especial, é muito importante, independentemente dos golos que possamos ou não marcar. Hoje praticamente não concedemos nada ao adversário. Fomos fortes, sabíamos que era uma equipa física, forte nas bolas paradas e nos duelos, e conseguimos equilibrar esse momento. Acabou por ser um lance fortuito. O que é certo é que perdemos a bola onde não podíamos e não deveríamos, mas há que realçar depois a reação da equipa, com um grandíssimo golo do Prestianni logo de seguida, que praticamente matou o jogo.»
«Não gosto de individualizar. Ele é especial para nós, como têm de ser todos os outros. Mas, como falou, acho que é importante realçar isso mesmo: tem 20 anos e passou por algumas coisas que são difíceis para alguém dessa idade. Lembro-me perfeitamente da pré-temporada e do pós-jogo com o Flamengo, no Algarve. Foi a primeira vez que enalteci o comportamento dele, tudo aquilo que fez quando entrou em campo, aquilo que lhe fizeram e a forma como reagiu. Acho que esse foi um primeiro passo para aquilo que estamos a ver. É um jovem de 20 anos a crescer. Tem a ver com confiança, tem a ver com a qualidade que ele tem e que nós temos de extrair ao máximo. Naturalmente, os jogadores que jogam na frente têm de ter números, têm de apresentar números. Tive essa conversa com ele também: os números teriam de melhorar e nós íamos dar-lhe os caminhos e a confiança para que isso acontecesse. Mas depois temos de lhe dar mérito. No segundo golo, não há muito a falar. É fazer a bola chegar àqueles momentos e depois tem de aparecer a criatividade e a inspiração dos jogadores da frente. O Prestianni está a fazê-lo. Não há aqui ninguém que seja especial no plantel do Benfica. Todos são especiais e todos têm vindo a trabalhar muito bem. Há que realçar excelentes exibições individuais de alguns jogadores e o crescimento de outros, a nível físico e no entendimento daquilo que queremos para a equipa.»
«O Circati entrou para lhe dar minutos com a equipa, acima de tudo isso. Chegou tarde e nós temos tentado, ao máximo, não entupi-lo de informação, mas dar-lhe a máxima necessária neste momento. Depois, nada como estar no campo, nem que sejam só dez minutos, para ir percebendo melhor. Era importante ele sentir-se, tê-lo a jogar à esquerda também, que é uma posição que pode fazer. Optámos por colocá-lo lá e por ele sentir o que é jogar com a camisola do Benfica pela primeira vez. Foi muito importante para ele. Em relação ao Gonçalo [Moreira], como já disse em relação a outros jogadores, isto é o Benfica, não há equipa B e equipa A. Os jogadores, mesmo quando estão na equipa B, estão debaixo do nosso radar e isso é o mais importante. Ele é um jovem jogador, tem características de terceiro médio que nós procuramos em muitos momentos. Não tínhamos muitos jogadores para aquela posição e era o momento de lhe dar aquilo que merecia e, acima de tudo, também experimentá-lo a este nível e sentir o que é o peso de jogar um jogo da Liga Europa.»
บทความโดย Maisfutebol GoalingBreak แสดงข้อความเพื่อให้ง่ายต่อการอ่าน: สิทธิ์ทั้งหมดเป็นของผู้เผยแพร่
อ่านต้นฉบับ →